antagonistas
antas egoístas
a manchete e a notícia
são o fato e a preguiça
o bem e o mal
não convencem mais ninguém
parece pálido
parece falho
padece frágil
convenientemente ágil
à fachada que lhe convém
só se cala frente ao tempo
que crava
sem ressalvas
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sexta-feira, 14 de agosto de 2015
balde de água morna
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
a errata
não é o certo
nem o errado
é reflexo
perplexo ao meu impasse
improviso importuna tentativa de desfecho
abro os olhos
percebo
estou no meio do nada
dono de uma liberdade
nunca almejada
nem o errado
é reflexo
perplexo ao meu impasse
improviso importuna tentativa de desfecho
abro os olhos
percebo
estou no meio do nada
dono de uma liberdade
nunca almejada
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
???
porque não mostra à que veio?
o que tem no seu retrato?
o que tem dentro de seus sapatos?
o que tem no seu retrato?
o que tem dentro de seus sapatos?
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
dois terços
sempre imaginei que hoje teria metade do meu cabelo
mas acabou que ainda tenho mais de dois terços
mas acabou que ainda tenho mais de dois terços
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
papel quadriculado
Pega régua de cálculos
Compasso e a sua tabuada
Inclua em seus dados
As flores secas do outono
O barco navegando no oceano
E aos outros tantos planos
Sou fator de potência nesta sentença
Tanto faz se soma ou subtrai
Quem realmente se sente livre quando chega
E quem se encontra quando parte
Nesta calçada dourada
Emoções são tantas que exalam
A felicidade esta sempre alí a um passo
E nem é preciso falar em voz alta
Desde que saiba a resposta
Compasso e a sua tabuada
Inclua em seus dados
As flores secas do outono
O barco navegando no oceano
E aos outros tantos planos
Sou fator de potência nesta sentença
Tanto faz se soma ou subtrai
Quem realmente se sente livre quando chega
E quem se encontra quando parte
Nesta calçada dourada
Emoções são tantas que exalam
A felicidade esta sempre alí a um passo
E nem é preciso falar em voz alta
Desde que saiba a resposta
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Viagem
A distância nem era pra existir
Um sentimento diferente tomando corpo
Dou corda no relógio
Tiro a lama do sapato
Em silêncio argumentos foram se acabando
Estou pronto pra acordar
Juntar a mala jogada no fundo do armário
Vestir o terno desalinhado há tempos
Nestas horas não existem rugas
Nunca é tarde
Sei o quanto sonhei em minhas viagens
Sem tirar o nó da gravata
Muito menos o vazio do meu peito
Um sentimento diferente tomando corpo
Dou corda no relógio
Tiro a lama do sapato
Em silêncio argumentos foram se acabando
Estou pronto pra acordar
Juntar a mala jogada no fundo do armário
Vestir o terno desalinhado há tempos
Nestas horas não existem rugas
Nunca é tarde
Sei o quanto sonhei em minhas viagens
Sem tirar o nó da gravata
Muito menos o vazio do meu peito
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009
noite clara
Estrelando a noite clara
Em plena luz do luar
Sua imagem
Me congela o olhar
Sua silhueta
Minha inspiração
Admirando a leve brisa
Balança seus cabelos
Passeia em seu rosto
Brinca em seu corpo
Me deixa sem ar
Em plena luz do luar
Sua imagem
Me congela o olhar
Sua silhueta
Minha inspiração
Admirando a leve brisa
Balança seus cabelos
Passeia em seu rosto
Brinca em seu corpo
Me deixa sem ar
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terça-feira, 18 de agosto de 2009
intuito
O intuito volta
Buscando barreiras naturais que impeçam
É claro o caminho no traço
Recalculando o improviso no momento
Aos risos presumindo riscos
Das figuras opalescentes
Costumeiros cravos se agarram ao clima
Enraizados com tempo florescem
Buscando barreiras naturais que impeçam
É claro o caminho no traço
Recalculando o improviso no momento
Aos risos presumindo riscos
Das figuras opalescentes
Costumeiros cravos se agarram ao clima
Enraizados com tempo florescem
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Factóides
Pois pode parecer sim
Como bem entender
Até o fim
Ao cair do clima
Estas imagens refletem
E nada escondem
Factóides em suas lentes
Andróides invadem minha mente
A aliança adianta fronteiras
Aparências transpassam barreiras
E aos trancos e barrancos
A multidão atropela
Em um clique selvagem
Uma imagem se revela
Cada soldado deste exécito
Acorrentado até os dentes
Rolando barrancos abaixo
Marchando sempre em frente
Como bem entender
Até o fim
Ao cair do clima
Estas imagens refletem
E nada escondem
Factóides em suas lentes
Andróides invadem minha mente
A aliança adianta fronteiras
Aparências transpassam barreiras
E aos trancos e barrancos
A multidão atropela
Em um clique selvagem
Uma imagem se revela
Cada soldado deste exécito
Acorrentado até os dentes
Rolando barrancos abaixo
Marchando sempre em frente
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Entrevista
Persiste encontrar sentido único
Ainda não é merecido descanso
Causos contam e se multiplicam
Mas não equacionam orbitais
Pula e acerta a cara n'água
Refresca mas não apaga
Cada esboço de reação
Depende de uma ação
Para pensamento abstrato
Desde a escola até pós graduação
No vazio em iminência
Chega pronto pro papel
Ainda não é merecido descanso
Causos contam e se multiplicam
Mas não equacionam orbitais
Pula e acerta a cara n'água
Refresca mas não apaga
Cada esboço de reação
Depende de uma ação
Para pensamento abstrato
Desde a escola até pós graduação
No vazio em iminência
Chega pronto pro papel
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Arte de Parede
Onde aquela força minha
Alimenta a astúcia
Pronto pára e observa
Muito pouco se contesta
É mais fácil
Quando se é de outro planeta
Pra chegar até a outra ponta
Algo se percebe
Alguns passos são falsos
Intolerâncias e cuidados
Aos tratos educados
Aqui se aprende
Língua ao invés
...
A navalha virou arte de parede
Agora não jorra mais sangue
Áspas tomam ar de calha
Há tanto
Não chove muito
Alimenta a astúcia
Pronto pára e observa
Muito pouco se contesta
É mais fácil
Quando se é de outro planeta
Pra chegar até a outra ponta
Algo se percebe
Alguns passos são falsos
Intolerâncias e cuidados
Aos tratos educados
Aqui se aprende
Língua ao invés
...
A navalha virou arte de parede
Agora não jorra mais sangue
Áspas tomam ar de calha
Há tanto
Não chove muito
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sábado, 1 de agosto de 2009
Ambulante
Eu falo sózinho quando sinto que não estou vivo
Sou apenas um troféu de meus atos
Minha imaginação alcança as núvens
Sou apenas ingêuo
Minhas crenças são perenes
Sinto o que sinto
Faço o que faço
Sem querer
Acredito
Preciso preteger meus sentimentos
A aurora trouxe dúvidas e conflitos
Ao seu lado agora jaz meu vazio
Sou apenas um troféu de meus atos
Minha imaginação alcança as núvens
Sou apenas ingêuo
Minhas crenças são perenes
Sinto o que sinto
Faço o que faço
Sem querer
Acredito
Preciso preteger meus sentimentos
A aurora trouxe dúvidas e conflitos
Ao seu lado agora jaz meu vazio
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sexta-feira, 17 de julho de 2009
A Lista
Na estreita hora certa
Revisa a lista para ver se esquece
Um item se repete
Especialmente este
Justo agora já é tarde
Não precisa de verdade
Mas tem duas vezes
Revisa a lista para ver se esquece
Um item se repete
Especialmente este
Justo agora já é tarde
Não precisa de verdade
Mas tem duas vezes
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sexta-feira, 10 de julho de 2009
Aposta
Rolem os dados
Ladeira abaixo
Corre pra ver o estrago
Cada um com o seu guardado
Apertado
Aguardando o resultado
Ladeira abaixo
Corre pra ver o estrago
Cada um com o seu guardado
Apertado
Aguardando o resultado
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sábado, 27 de junho de 2009
Alto
Com amor e despreparo
Com carinho e destilado
Um túnel atrás de outro
À caminho do oceano
Onde nesta época do ano
No sol ardente
Cercados de correntes
Pássaros voam mais alto
Com carinho e destilado
Um túnel atrás de outro
À caminho do oceano
Onde nesta época do ano
No sol ardente
Cercados de correntes
Pássaros voam mais alto
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segunda-feira, 22 de junho de 2009
Sem parar
Algumas núvens parecem até paradas
Com esta distância
Não sei nem ao certo
Para onde olhava
Sabia que o céu estava alí
Não só para brindar
E eramos nós
Que fazíamos o que fazíamos
Sem parar
Com esta distância
Não sei nem ao certo
Para onde olhava
Sabia que o céu estava alí
Não só para brindar
E eramos nós
Que fazíamos o que fazíamos
Sem parar
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
Asfalto Quente
Ora era pra ser uma realidade emocionante
Ora virou tudo miragem no asfalto quente
Acontece
Não é nada
Neste mundo de muitos
Um parece doido
O outro extravasa
Ora virou tudo miragem no asfalto quente
Acontece
Não é nada
Neste mundo de muitos
Um parece doido
O outro extravasa
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terça-feira, 9 de junho de 2009
Colina
Do alto da colina
A vista também é bela
O retrato que coloca na parede
A música que toca mais de mil vezes
Seria loucura minha
Fosse apenas um cenário
Em estado sólido me deparo
Na beleza que se espalha
Na luz que reflete seu rosto
O que não há de ser nada
Sem o sabor do seu tempero
Sem o calor do seu cheiro
Perco então alguns momentos
Na tarde que cai em seguida
O dia que se revela
Do alto da colina
A vista também é bela
O retrato que coloca na parede
A música que toca mais de mil vezes
Seria loucura minha
Fosse apenas um cenário
Em estado sólido me deparo
Na beleza que se espalha
Na luz que reflete seu rosto
O que não há de ser nada
Sem o sabor do seu tempero
Sem o calor do seu cheiro
Perco então alguns momentos
Na tarde que cai em seguida
O dia que se revela
Do alto da colina
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quarta-feira, 3 de junho de 2009
Passando
Com o cair da temperatura na noite passada
O orvalho da grama ainda não quebrou o gelo
Mesmo com o despertar do sol que por hora só espia
Enquanto começa outro dia
Do lado de dentro da minha janela em movimento
Aos poucos também desperto
É bom saber que a beleza da vida está alí
Vivendo a sua rotina
Aos olhos de quem olha
O orvalho da grama ainda não quebrou o gelo
Mesmo com o despertar do sol que por hora só espia
Enquanto começa outro dia
Do lado de dentro da minha janela em movimento
Aos poucos também desperto
É bom saber que a beleza da vida está alí
Vivendo a sua rotina
Aos olhos de quem olha
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quinta-feira, 28 de maio de 2009
não contra
Poesia na ponta da espada de um dom quixote qualquer
Que apesar de toda insanidade
Nunca se deixou levar a sua destreza
Nem do topo da tolice
Nunca armou briga de covarde
A não ser contra si mesmo
Existirá sempre dentro do ser um humano a solta
Que apesar de toda insanidade
Nunca se deixou levar a sua destreza
Nem do topo da tolice
Nunca armou briga de covarde
A não ser contra si mesmo
Existirá sempre dentro do ser um humano a solta
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